Apartamento de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank em São Paulo


Casa Vogue de fevereiro

Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank: Casa Vogue de fevereiro

Em clima de loft cosmopolita, o apartamento de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank em São Paulo mistura estilos e garimpos. Neste segundo lar, o casal concentra histórias, aventuras e achados que compoem seu universo paulistano.

As enormes janelas do prédio antigo se abrem e o verde da copa das árvores invade a visão: mais um dia começa para os Ewbank Gagliasso. Lá fora, a louca rotina paulistana do bairro dos Jardins. Dentro, ao longo de 180 m², os brinquedos estão pela sala, a bolsa de Giovanna sobre a mesa de sinuca. Ela e a filha Chissomo, a Titi, de 4 anos, vieram da Bahia na noite anterior, enquanto Bruno voltava do Paraná – 22 milhões de espectadores somados viam tudo pelo Instagram. Se uma dúzia de fãs tentava uma selfie com eles nos aeroportos, os três só queriam uma coisa: colocar os pés no lar da capital paulista, adquirido há um ano. “Eu estava do outro lado da rua e vi a placa. Quando entramos juntos aqui, tivemos certeza”, declara Bruno. O imóvel, que pertenceu à artista plástica Pinky Wainer no passado, agora com paredes demolidas, vive a atmosfera de um loft cosmopolita, algo entre Nova York e Londres, mas no Brasil. “É completamente diferente da nossa casa no Rio” (mostrada nesta Casa Vogue há pouco mais de três anos), diz ele, oferecendo café. Não há staff nem frescura neste lugar. As bagunças são organizadas por eles mesmos. Fazem quase tudo a pé e pedem comida em um dos restaurantes da holding que comandam, próximo dali.

De vez em quando – o porteiro conta –, as pessoas param e ficam olhando lá de baixo. Não, elas não gritam o nome do ator. Apenas observam por minutos o teto do living, inspirado naqueles nova-iorquinos de ferro forjado – um show à parte. E, se esse é o assunto, Bruno vibra orgulhoso. “A ideia é minha, mas foi muito difícil conseguir este resultado. Eu queria de gesso e ninguém fazia. Tive de mandar criar o molde, e do molde fazer o gesso”, explica. Durante a conversa, a dupla revela-se nada iniciante no universo da decoração. Bruno vive à procura de objetos de design no Instagram e cita Isay Weinfeld, Marcio Kogan e Claudio Bernardes. “O Giba colocou tudo no papel e tocou a obra, mas eu me meto em tudo. Sou um cliente chato”, ri, citando o arquiteto Gilberto Criscuolo.

Dos três quartos da planta original, um deu vez ao home theater, que se integrou às salas de estar e de jantar, com direito a uma mesa de sinuca no meio. “Fomos fazendo a quatro mãos. Acho muito bom quando há esse envolvimento. O Bruno sabe o que quer. Como é o lar dele, precisa ter a cara dele”, observa Gilberto. A base principal do casal é a residência no Rio de Janeiro, mas esse pied-à-terre em São Paulo foi adquirido para que pudessem estar mais perto dos familiares da atriz e apresentadora, além de ajudá-los a cumprir a agenda de trabalho acompanhados de Titi. De fato: a família viverá este ano em alta voltagem. O ator entra em cartaz no cinema com Todas as Canções de Amor, em junho, e com Loop, no fim do ano. Enquanto isso, grava o longa Marighella e batalha para expandir os seus empreendimentos. Em abril e maio, Bruno e a filha acompanham Giovanna na temporada de teatro em Portugal. No retorno, se preparam para a obra do rancho, o futuro e sonhado refúgio sustentável no interior Rio do Janeiro, revelado por Bruno durante o Casa Vogue Experience 2017.

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